Live Cinema http://www.livecinema.com.br/rss.php RSS Live Cinema pt-br © Live Cinema 2012-02-22T11:30:28+01:00 Live Cinema Live Cinema <![CDATA[Lillevan, 07/10, 6ªf, 21h]]> http://www.livecinema.com.br/blog/487

Fixation Fields é uma obra audiovisual que explora a relação entre luz, ritmos, psicologia e o olho. 

Inspirado vagamente pelas teorias expressadas por Rudolf Arnheim sobre Gestalt na arte e percepção, Lillevan cria um arranjo visual de grande densidade e poesia visual, enfatizando a forma como novas relações entre som e imagens em movimento criam significado na comunicação atual. Utilizando software personalizado, 'Fixation Fields' gera sons através da análise de sequências de imagens, compondo uma colagem em tempo real a partir de um acervo imenso de experiências visuais e orgânicas coletadas em pesquisa ao longo dos últimos dez anos.

Os sons e imagens em movimento são arranjados e manipulados durante a apresentação, criando uma experiência cinematográfica densa – um manifesto poético de percepção visual, assim como a fixação e dispersão do olhar.

Sobre o artista

Lillevan trabalha com animação, vídeo e arte de novas mídias. É mais conhecido como membro fundador do coletivo visual/musical Rechenzentrum (1997-2008). Paralelamente a seu trabalho no Rechenzentrum, Lillevan já se apresentou e colaborou com artistas de uma variedade de gêneros, de ópera a instalações, e do minimalismo experimental eletrônico a música dance ou erudita. Suas apresentações com Rechenzentrum e outros projetos cobrem o mundo todo – do Brasil à Sibéria, da Coréia a Cuba, Belgrado e Detroit. Premiado e indicado em diversos festivais cultuados (Ars Electronica, Oberhausen Kurzfilmtage, etc).

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http://www.livecinema.com.br/blog/487
<![CDATA[brian mckern, 06/10, 5ªf, 21h]]> http://www.livecinema.com.br/blog/486

Living Stereo

Em seu novo projeto ‘Living Stereo’, Brian Mackern investiga o potencial de novas formas de estruturar e combinar sons e imagens. Ele desenvolveu interfaces interativas que permitem a criação de composições audiovisuais em inúmeras permutações. Sequências apropriadas de filmes de arquivo (de diretores como Andrei Tarkovsky, William Marshall e Alfred Hitchcock) e interfaces abstratas são combinadas em uma reflexão divertida de várias faces da cultura do remix.


Apresentação
06.10 às 21h

 

Antología Soundtoys

Antologia soundtoys [1996-2008] é uma recopilação de interfaces audiovisuais desenvolvidas ao longo de 12 anos pelo artista digital Brian Mackern. Nesta primeira aproximação são apresentadas na navegação autoral ao vivo, em 3 telas, em torno de 60 soundtoys, dentro das mais de 140 interfaces que o artista já registrou.

Estas obras pertencem a várias etapas da sua trajetória e fizeram parte de trabalhos premiados em várias oportunidades, entre eles:

http://netart.org.uy/s/o/u/n/d/t/o/y/s (netart, 1997-2001)[1], _Overflow (CD-ROM, 1999-2000), Chamanic Interferences (CD-ROM, 2001-2004)[2], e Living Stereo (CD-ROM, 2006-2008)[3].

E foram exibidos em diversos festivais como Transmediale (Berlim, Alemanha), Centro de Arte Nabi (Seul, Coréia), Museu Tamayo (México), Museu de Arte Moderna de Buenos Aires (Argentina), Museu Nacional de Artes Visuais (Montevidéu, Uruguai) entre outros.

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http://www.livecinema.com.br/blog/486
<![CDATA[Duo N-1, 06/10, 5ªf, 21h]]> http://www.livecinema.com.br/blog/485

Metaremix é um ensaio da arqueologia de um instante quase-presente (que acaba de acontecer) confinado na memória implacável de uma máquina cuja vocação é a de remixar o passado. Arqueologia de um instante desdobrado em repetições e recombinações de si mesmo.

A performance é dividida em duas partes. A primeira consiste em uma improvisação com objetos cotidianos que produzem sons, como duas vitrolas que tocam antigas canções, flautas de criança e pequenas percussões, buzinas de bicicleta, apitinhos de festa infantil, etc. O som e imagem da improvisação são gravados, e mais tarde o material gravado é automaticamente re-mixado consigo mesmo (editado e posteriormente mixado) por um dispositivo criado em Max/MSP e Pure Data. Na segunda parte os performers deixam a cena e o filme remixado é exibido.

Sobre os artistas

Formado por Giuliano Obici e Alexandre Fenerich em junho de 2007, o Duo N-1 atua sob o rótulo da música experimental explorando diversos processos de criação sonoro-visual. Elabora performances (musicais?) em que o set faz parte da criação, pois inventa instrumentos sonoros e visuais, seja analógicos, eletrônicos ou digitais, que terão função específica em cada obra. A criação desses instrumentos faz parte essencial do trabalho mas a pesquisa é feita sob o olhar atento do humor e da ironia, que dão as bases das apropriações musicais e do design dos objetos (sonoros e soantes) do duo.

De carreira heterogênea, o Duo tem se apresentado em todo o tipo de lugares ligados a arte experimental: festivais de música (FILE 2008 – São Paulo, Worldtronics 2008 – Berlin, I e II Festival Ibrasotope 2008 e 2010 – São Paulo, Remixtura 2010 – SESC São Paulo), festivais e mostras de Cinema (LiveCinema 2009 – São Paulo, IV Jornada Brasileira de Cinema Silencioso 2010 – São Paulo), mostras de Arte Sonora ( Encontro Internacional de Música e Arte Sonora de Juiz de Fora – 2010, Ciclo de Arte Sonora do Parque Lage 2010 – Rio de Janeiro), bem como em espaços de música alternativos, como o Plano B, Rio de Janeiro (shows em 2008 e 2011), Dissenso, São Paulo (show em 2011) e Wendel, Madame Claude e Alberto Ukebama, em Berlin (shows em 2008).

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http://www.livecinema.com.br/blog/485
<![CDATA[Visual Piano, 06/10, 5ªf, 21h]]> http://www.livecinema.com.br/blog/484

O “visual piano” é um instrumento que possibilita a criação de imagens móveis em um espaço. É uma peça única, concebida e desenvolvida pelo fotógrafo e artista de instalações de luz Kurt Laurenz Theinert, em colaboração com os projetistas de software Roland Blach e Philip Rahlenbeck.

Através de um teclado MIDI, é possível gerar padrões gráficos variáveis para projeção em uma ou múltiplas telas. Desenhadas em luz, as criações dinâmicas e imediatas não são geradas com clipes pré-gravados (como no software e hardware de VJs). Cada momento da apresentação é transmitido e modulado em tempo real através do teclado e pedais.

Participação de Miguel Barela e Thomas Rohrer – duo de improvisação livre e ruidismo.

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http://www.livecinema.com.br/blog/484
<![CDATA[VJ ELETROIMAN NA NOITE DE ABERTURA]]> http://www.livecinema.com.br/blog/470 Vj Eletroiman apresenta "Representa Corisco 2011" na noite de abertura da IV mLC

O projeto Representa Corisco 2011 está em desenvolvimento desde o ano de 2003 e tem como objetivo propor reflexões críticas sobre as relações políticas e sociais nas grandes metrópoles contemporâneas. A projeção, que será apresentada na fachada do prédio da Oi Futuro em Ipanema se caracteriza por uma narrativa audiovisual baseada em conceitos da cultura popular brasileira e ícones visuais relacionados com o universo do cangaço e um dos seus personagens: Corisco.


Sobre o artista

O VJ Eletro-I-Man tem como objetivo potencializar a linguagem do vídeo através da sua conjugação com outras técnicas: 3D, animação gráfica, fotografia e pintura.Campeão do VJ Torna 2011 (LPM Roma), em sua trajetória apresentou-se em festivais como o LOOP Barcelona, VJ Festival Alemanha, VJ Torna Budapest, FILE Hypersonica, Festival OFFF, edições 2007 e 2011. Trabalha também como curador, organizando o Projeto HÍBRIDOS e o Festival Visual Brasil, que reúne e divulga o trabalho de artistas audiovisuais brasileiros fora do país.

 

SERVIÇO

01.9 às 20h

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http://www.livecinema.com.br/blog/470
<![CDATA[ENTREVISTA: grupo mesa de luz]]> http://www.livecinema.com.br/blog/469

Grupo Mesa de Luz apresenta "remixCIdade:Rio" no próximo dia 4 na IV Mostra Live Cinema

Imagine um mecanismo que engloba instrumentos tecnológicos, objetos e o corpo do performer, isso é o que compõe o trabalho do Grupo Mesa de Luz. Formado pelos artistas plásticos brasilienses Hieronimus do Vale, Marta Mencarini e Tomás Seferin, o Grupo tem realizado apresentações audiovisuais performáticas com projeções em liveimage em diversas mostras pelo país. Além de "remixCidade: Rio", eles têm no repertório as performances "Cubo", "Mesa de Luz: Quatro Elementos", "Mesa de Luz: Estilo Livre", "Mesa de Luz: Ludos", "Mesa de Luz: Cotidiano". 

Confira a entrevista que a mLC fez com eles!

 

Como e onde nasceu o Grupo Mesa de Luz? Qual a trajetória do grupo até os dias de hoje?

Em 2008, o Hieroniums era VJ residente de uma festa semanal chamada Funfarra aqui em Brasília. Ele queria fazer algo mais experimental e chamou a Marta para criar pinturas que seriam projetadas em tempo real ao som dos DJs. Eles se apresentaram umas 5 vezes e perceberam que seria interessante tirar essa performance da festa para coloca-la no cubo branco. Para isso, seria adequado uma trilha própria. O Tomás foi chamado para integrar o grupo e compor a sonoplastia das apresentações. Com isso o trabalho tomou um corpo diferente, autônomo. De lá pra cá, desenvolvemos quatro espetáculos de Live Cinema diferentes e nos apresentamos nos seguintes eventos:

 - 7º Encontro Internacional de Arte e Tecnologia (Museu da República, Brasília, 2008)

- Lacuna (Espaço Cultural Renato Russo, Brasília, 2008)

- Fora do Eixo: Precipitações (Museu da República, Brasília, 2008),

- Sobrecidade (Museu da República, Brasília, 2009),

- FILE 2009 (SESI, São Paulo, 2009)

- 61º Salão de Abril (Galeria Antônio Bandeira, Fortaleza, 2010)

- 1277 Minutos de Arte efêmera (Galeria Dulcina, Brasília, 2010)

- DF Depois das Fronteiras (CCBB, Brasília, 2010)

- E recém apresentamos no Cena Contemporânea aqui em Brasília um novo espetáculo que criamos em parceria com a Companhia B de Teatro.

 

Qual é a formação de cada um dos integrantes do grupo e como isso influencia no trabalho de vocês?

Nós três cursamos Artes Plásticas na Universidade de Brasília e foi lá que nos conhecemos. Chegamos a trabalhar juntos um tempo e por isso sabíamos do interesse estético de cada um. O Hieronimus fez sua monografia sobre manipulação fotográfica e já trabalhava com edição de vídeo. A Marta fez o mestrado em arte e tecnologia na UnB cuja dissertação foi sobre a linguagem desenvolvida pelo Grupo Mesa de Luz. O Tomás interrompeu o curso para estudar Engenharia de Audio na SAE em Paris e voltou a estudar na UnB em 2009.

 

Como vocês definem o trabalho de vocês?

Definimos como apresentação audiovisual performática ou live-cinema. Mas se aparecer um nome maneiro por aí, consideraremos.

 

Qual é a importância do Live na proposta de vocês?

Extremamente importante, a gente sempre buscou trabalhar com o “ao vivo”. 100% ao vivo!

 

Por que fazem esse tipo de trabalho? O que motiva o grupo?

Conseguimos chegar em uma linguagem que nos agrada, que envolve um pouco de tudo que gostamos, em  várias áreas; o áudio, o vídeo, a colagem, a manipulação de objetos, a composição, o corpo, etc.  O que nos motiva é que acaba agradando a outros também!

 

De onde partem para a criação de uma nova obra e como resolvem isso no grupo?

O tema é o ponto de partida. Temos uma porção de temas que queremos abordar, então quando chega a hora de pensar em uma nova apresentação o primeiro passo é escolher, depois disso partimos para pesquisas imagéticas e composicionais, visando é claro uma estética própria.

 

Como é o processo de criação?


Loucura! Temos um atelier onde entulhamos todas as nossas tralhas. Se rodear de coisas ajuda muito na hora de criar... pelo menos pra gente. Aí vamos criando momentos, vários “atos” que são construídos ao vivo. Uma vez com bastante material, começamos a lapidar, limar, re-significar cada momento. Nada é sagrado, nunca. (Podemos até achar que uma cena específica em um espetáculo do ano passado não está legal e cortá-la sem dó.) Pensamos em maneiras inusitadas de passar uma idéia. Como podem ser representados o carro, a rua, o fogo, o sonho? Até onde podemos abstrair sem perder o significado? Após alguns meses e várias noites viradas, parimos uma coisa, que irá crescer junto com a gente, passará por modificações, envelhecerá e morrerá um dia. Nesse dia começamos tudo de novo.

 

Quem faz o quê?

Na verdade, na hora da criação é bagunça. Todos fazem tudo.

 

Tecnicamente quais são as suas influências?

Influências técnicas são esparsas; temos idéias, daí é tentar resolver tecnicamente o que queremos. Agora, influências artísticas tem várias: Michel Gondry, Bill Viola, Fuerza Bruta, Norman McLaren, o Surrealismo, o Cubismo, a vanguarda francesa e a cultura pop.

 

Como vocês se apresentam? Que tipo de hardware e software utilizam?

Nós construímos o nosso equipamento principal, a mesa, cujo tampo é de vidro. Sobre ele, a Marta manipula objetos. Uma câmera filma de baixo pra cima. Tem uma câmera que fica na cabeça da Marta também. As vezes usamos mais câmeras.

Essas imagens vão para o Macbook Pro do Hieronimus, que as edita, loopeia, e adiciona efeitos no Resolume 3. O Tomás faz a sonoplastia e grava, edita loopeia e adiciona efeitos no Macbook Pro rodando Ableton Live 8. Tudo isso ao vivo.

Para a nosso mais recente espetáculo, CUBO, que desenvolvemos em parceria com a Cia. B de Teatro, adicionamos mais uma câmera, que fica no topo de uma pirâmide de 3 metros e meio. Ela filma as atrizes no interior da pirâmide de cima pra baixo. Essa imagem é adicionada a imagem da mesa.

 


Quais os próximos projetos do Grupo Mesa de Luz?

Vamos nos apresentar na exposição “Aos Ventos que Virão... Brasília (1960 – 2010)” no espaço ECCO ainda este mês. Depois, é sentar e começar o processo de criação de novo, criar uma nova apresentação. Mas também ficamos bem entusiasmados com o feedback que tivemos na estréia do CUBO e temos a intenção de botar o espetáculo pra rodar esse Brasilzão.

 

+http://grupomesadeluz.tumblr.com/


SERVIÇO

Grupo Mesa de Luz
04.9 (domingo) às 20h

 

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<![CDATA[mesa de debate na IV MLC]]> http://www.livecinema.com.br/blog/464


Panorama Internacional do Live Cinema com Cornelia Lund e Herman Kolge


Dentre as atividades da IV Mostra Live Cinema, acontece uma conversa aberta e descontraída com duas das principais referências do Live Cinema mundial. Uma conversa que trará ao público carioca o pensamento crítico e contemporâneo da epsquisadora e cuaradora de performances audiovisuais, a alemã Cornelia Lund e o processo criativo de um dos mais importantes artistas do Live Cinema da atualidade, o canadense Herman Kolgen. Uma ótima oportunidade para conhecer de perto os artistas, as técnicas e as ideias por trás do Live Cinema.


QUANDO:

02.9 (sexta-feira) às 14h

Confira toda a programação aqui

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<![CDATA[AV remix para as massas :)]]> http://www.livecinema.com.br/blog/460 Então tá, agora foi!

Já que nenhum Vj ou artista AV teve a manha ou capacidade o Youtube fez!

 

Vá à página do Youtube, deixe o vídeo carregar e aperte as teclas de 4 a 9, enjoY!

 

Que apareça o reconfigurador de mentes, demorou!

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<![CDATA[Canvas pelo ZOOMB]]> http://www.livecinema.com.br/blog/459  

A mLC foi conversar com os artistas do Zoomb, laboratório audiovisual para saber como rola e como começou a ideia do Canvas, evento de experimentações de vídeo, tech-art e outras formas de comunicação hi-tech que acontece em São Paulo desde 2010 e tem reunido gente afim de experimentar e ver arte e tecnologia de ponta.

Dê o play, ZoomB!

 

 

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<![CDATA[HOL]]> http://www.livecinema.com.br/port/134,3012

Ponto, um videogame sem vencedor

Performance audiovisual com sons e imagens sincronizadas, tocadas  com o uso de um “console” construído a partir da placa gameduino, que são controlados por dois joysticks SNES.
Baseado na Gameart, a ideia da performance é subverter a lógica dos games antigos  propondo um resignificado para o seu uso e conceitos. A performance é aberta à participação do público que pode “jogar” com o artista e assim também fazer parte da apresentação. Quem se habilita?


Sobre o artista

HOL é um projeto conceitual audiovisual generativo criado pelo artista multimídia Henrique Roscoe (1mpar). Todas as composições buscam uma correspondência entre áudio e imagem e são executadas em performances ao vivo ou em vídeo. O projeto é baseado no conceito de sinestesia, porém ampliado, dando espaço para significações e referências. Cores, formas e movimentos de cada elemento são sincronizados com notas, harmonias e ritmos. Som e imagem têm exatamente a mesma importância e são gerados ao mesmo tempo ao se tocar cada nota no teclado, ou através dos instrumentos específicos construídos pelo artista em software e hardware.

 

APRESENTAÇÕES

Rio
04.9 às 20h

São Paulo
07.10 às 21h

 

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http://www.livecinema.com.br/port/134,3012
<![CDATA[Lillevan]]> http://www.livecinema.com.br/port/134,3051

Fixation Fields é uma obra audiovisual que explora a relação entre luz, ritmos, psicologia e o olho. 

Inspirado vagamente pelas teorias expressadas por Rudolf Arnheim sobre Gestalt na arte e percepção, Lillevan cria um arranjo visual de grande densidade e poesia visual, enfatizando a forma como novas relações entre som e imagens em movimento criam significado na comunicação atual. Utilizando software personalizado, 'Fixation Fields' gera sons através da análise de sequências de imagens, compondo uma colagem em tempo real a partir de um acervo imenso de experiências visuais e orgânicas coletadas em pesquisa ao longo dos últimos dez anos.

Os sons e imagens em movimento são arranjados e manipulados durante a apresentação, criando uma experiência cinematográfica densa – um manifesto poético de percepção visual, assim como a fixação e dispersão do olhar.


Apresentação:
07.10 às 21h 


Sobre o artista

Lillevan trabalha com animação, vídeo e arte de novas mídias. É mais conhecido como membro fundador do coletivo visual/musical Rechenzentrum (1997-2008). Paralelamente a seu trabalho no Rechenzentrum, Lillevan já se apresentou e colaborou com artistas de uma variedade de gêneros, de ópera a instalações, e do minimalismo experimental eletrônico a música dance ou erudita. Suas apresentações com Rechenzentrum e outros projetos cobrem o mundo todo – do Brasil à Sibéria, da Coréia a Cuba, Belgrado e Detroit. Premiado e indicado em diversos festivais cultuados (Ars Electronica, Oberhausen Kurzfilmtage, etc). 

 

 

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http://www.livecinema.com.br/port/134,3051
<![CDATA[brian mckern]]> http://www.livecinema.com.br/port/134,3053

Living Stereo

Em seu novo projeto ‘Living Stereo’, Brian Mackern investiga o potencial de novas formas de estruturar e combinar sons e imagens. Ele desenvolveu interfaces interativas que permitem a criação de composições audiovisuais em inúmeras permutações. Sequências apropriadas de filmes de arquivo (de diretores como Andrei Tarkovsky, William Marshall e Alfred Hitchcock) e interfaces abstratas são combinadas em uma reflexão divertida de várias faces da cultura do remix.


Apresentação
06.10 às 21h

 

Antología Soundtoys

Antologia soundtoys [1996-2008] é uma recopilação de interfaces audiovisuais desenvolvidas ao longo de 12 anos pelo artista digital Brian Mackern. Nesta primeira aproximação são apresentadas na navegação autoral ao vivo, em 3 telas, em torno de 60 soundtoys, dentro das mais de 140 interfaces que o artista já registrou.

Estas obras pertencem a várias etapas da sua trajetória e fizeram parte de trabalhos premiados em várias oportunidades, entre eles:

http://netart.org.uy/s/o/u/n/d/t/o/y/s (netart, 1997-2001)[1], _Overflow (CD-ROM, 1999-2000), Chamanic Interferences (CD-ROM, 2001-2004)[2], e Living Stereo (CD-ROM, 2006-2008)[3].

E foram exibidos em diversos festivais como Transmediale (Berlim, Alemanha), Centro de Arte Nabi (Seul, Coréia), Museu Tamayo (México), Museu de Arte Moderna de Buenos Aires (Argentina), Museu Nacional de Artes Visuais (Montevidéu, Uruguai) entre outros.


Apresentação
07.10 às 21h  

 

Sobre o Artista

 

Brian Mackern é artista de novas mídias, compositor, realizador audiovisual e criador de estruturas de desenvolvimento autônomo e ambientes audiovisuais reativos. Seu trabalho se concentra, principalmente, na análise de estruturas de procedimento e utilização de filmes de arquivo. Mackern explora design de interfaces, navegação alternativa, criação de Soundtoys, animação de filme e dados em tempo real, web arte e arte sonora.

Apresentou suas obras e deu seminários e palestras em diversas turnês pela Argentina, Chile, México, Espanha, França, Portugal etc. Seu trabalho já foi exposto em grandes festivais internacionais, e premiado por várias instituições.

É professor de Arte Eletrônica e Digital na Escola de Belas Artes da Universidade do Uruguai; coordenador e curador de novas mídias do Centro Municipal de Exposições Subte em Montevidéu; fundador e organizador da dorkbot.mvd – manifestação local de eventos dorkbot – e Kilo~Ciclo/Arte Sonoro: concertos audiovisuais experimentais. No momento, ele desenvolve o programa "montevideo.ETC" (Montevideo, Espaço de Tecnología e Cultura) dedicado à reflexão, produção, difusão e apoio a projetos que transversalizam arte, ciência, tecnologia e a sociedade.

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http://www.livecinema.com.br/port/134,3053
<![CDATA[Kurt Laurenz Theinert]]> http://www.livecinema.com.br/port/134,3052

Visual Piano

O “visual piano” é um instrumento que possibilita a criação de imagens móveis em um espaço. É uma peça única, concebida e desenvolvida pelo fotógrafo e artista de instalações de luz Kurt Laurenz Theinert, em colaboração com os projetistas de software Roland Blach e Philip Rahlenbeck.

Através de um teclado MIDI, é possível gerar padrões gráficos variáveis para projeção em uma ou múltiplas telas. Desenhadas em luz, as criações dinâmicas e imediatas não são geradas com clipes pré-gravados (como no software e hardware de VJs). Cada momento da apresentação é transmitido e modulado em tempo real através do teclado e pedais.

Participação de Miguel Barela e Thomas Rohrer – duo de improvisação livre e ruidismo.


Apresentação:
06.10 às 21h


Sobre os artistas

Kurt Laurenz Theinert é fotógrafo e escultor de luz, dedicando sua obra principalmente a experiências visuais que, como imagens, não se referem a nada. Ao contrário, ele se empenha à busca de uma estética abstrata e redutiva. Esta busca o guiou – através do desejo por mais desmaterialização – da fotografia à luz como um meio artístico. Colaborações envolvendo artistas sonoros e músicos enriquecem seu trabalho, não só graças a incorporação de outro meio não-material (o som), mas também por promover refinamento e monitoração constante de sua própria posição artística.

Thomas Rohrer, o instrumentista suíço (sax, violino e rabeca), desenvolve no Brasil um trabalho com trânsito forte entre a improvisação livre, jazz e musica regional.

Miguel Barella tem uma carreira que o levou do antológico Agentss ao pós-punk do Voluntários da Pátria, sempre marcada pela experimentação. Em seus trabalhos mais recentes, Miguel investe cada vez mais na busca de uma linguagem própria na guitarra, calcada no processamento do som em tempo real.

O resultado da combinação entre os dois tem sido uma extrema e contrastante liberdade criativa. Esse foi o primeiro enfoque do duo Rohrer-Barella: o engenheiro Miguel processando e mixando ao vivo a rabeca e o sax do improvisador Thomas, introduzindo os imponderáveis desvios e overdubs eletrônicos nos timbres telúricos daquele.

 

 

 

 

 

 

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<![CDATA[duo n-1]]> http://www.livecinema.com.br/port/134,3010 Metaremix é um ensaio da arqueologia de um instante quase-presente (que acaba de acontecer) confinado na memória implacável de uma máquina cuja vocação é a de remixar o passado. Arqueologia de um instante desdobrado em repetições e recombinações de si mesmo.

A performance é dividida em duas partes. A primeira consiste em uma improvisação com objetos cotidianos que produzem sons, como duas vitrolas que tocam antigas canções, flautas de criança e pequenas percussões, buzinas de bicicleta, apitinhos de festa infantil, etc. O som e imagem da improvisação são gravados, e mais tarde o material gravado é automaticamente re-mixado consigo mesmo (editado e posteriormente mixado) por um dispositivo criado em Max/MSP e Pure Data. Na segunda parte os performers deixam a cena e o filme remixado é exibido.

Sobre os artistas

Formado por Giuliano Obici e Alexandre Fenerich em junho de 2007, o Duo N-1 atua sob o rótulo da música experimental explorando diversos processos de criação sonoro-visual. Elabora performances (musicais?) em que o set faz parte da criação, pois inventa instrumentos sonoros e visuais, seja analógicos, eletrônicos ou digitais, que terão função específica em cada obra. A criação desses instrumentos faz parte essencial do trabalho mas a pesquisa é feita sob o olhar atento do humor e da ironia, que dão as bases das apropriações musicais e do design dos objetos (sonoros e soantes) do duo.

De carreira heterogênea, o Duo tem se apresentado em todo o tipo de lugares ligados a arte experimental: festivais de música (FILE 2008 – São Paulo, Worldtronics 2008 – Berlin, I e II Festival Ibrasotope 2008 e 2010 – São Paulo, Remixtura 2010 – SESC São Paulo), festivais e mostras de Cinema (LiveCinema 2009 – São Paulo, IV Jornada Brasileira de Cinema Silencioso 2010 – São Paulo), mostras de Arte Sonora ( Encontro Internacional de Música e Arte Sonora de Juiz de Fora – 2010, Ciclo de Arte Sonora do Parque Lage 2010 – Rio de Janeiro), bem como em espaços de música alternativos, como o Plano B, Rio de Janeiro (shows em 2008 e 2011), Dissenso, São Paulo (show em 2011) e Wendel, Madame Claude e Alberto Ukebama, em Berlin (shows em 2008).

 

APRESENTAÇÕES

Rio:
04.9 às 20h 

São Paulo:
06.10 às 21h


*imagem ao lado de Alexandre Fenerich 

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http://www.livecinema.com.br/port/134,3010
<![CDATA[2ª noite - IV mLC SP]]> http://www.livecinema.com.br/port/135,3121 2a noite da IV Mostra Live Cinema em São Paulo.
7 de outubro de 2011

Performances:

Ponto, um videogame sem vencedor - Hol

Fixatino Fields - Lillevan

Antología Soundtoys - Brian Mackern

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http://www.livecinema.com.br/port/135,3121
<![CDATA[1a noite - IV mLC SP]]> http://www.livecinema.com.br/port/135,3119 1a noite da IV Mostra Live Cinema SP
6 de outubro de 2011

Performances:

DUO N-1 - metaremix

Brian Mackern - living stereo

Kurt Laurenz Theinert* - visual piano

 

*Participação de Miguel Barella e Thomas Rohrer

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http://www.livecinema.com.br/port/135,3119
<![CDATA[4ª noite - IV mlc Rio]]> http://www.livecinema.com.br/port/135,3099 Veja como foi a 4ª noite da IV Mostra Live Cinema
4 de setembro de 2011

 

Apresentações:

Metaremix - DUO N-1
remixCidade: Rio - Grupo Mesa de Luz
Ponto, um videogame sem vencedor - HOL
STORM - luiz duVa e Manuel Pessôa

 

vídeo: Danila Bustamante

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http://www.livecinema.com.br/port/135,3099
<![CDATA[Vinheta mlc sp 2011]]> http://www.livecinema.com.br/port/135,3097 Vinheta da IV Mostra Live Cinema em São Paulo

 

criação: Danilo Dilettoso
trilha sonora: http://rekkerd.org

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http://www.livecinema.com.br/port/135,3097
<![CDATA[3ª noite - IV MLC Rio]]> http://www.livecinema.com.br/port/135,3087 3a noite da IV Mostra Live Cinema 2011

Apresentações:

Dust: Herman Kolgen

Claro Escuro: Coletivo Híbrido

Despacho tecnológico - abertura de caminho no reino da tecnologia: Hyenas Collective

STEPmotion: Rodrigo Gontijo, Karina Ka e Mano Bap


vídeo: Danila Bustamante

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http://www.livecinema.com.br/port/135,3087
<![CDATA[Cineweb]]> http://www.livecinema.com.br/port/137,3095

Cineweb
22 de setembro de 2011


Leia toda a matéria aqui.

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http://www.livecinema.com.br/port/137,3095
<![CDATA[CineClick]]> http://www.livecinema.com.br/port/137,3094

Cineclick
22 de setembro de 2011

 

Leia a matéria aqui.

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http://www.livecinema.com.br/port/137,3094